DICCIONARIO TEATRAL PATRICE PAVIS PDF

Patrice Pavis So Paulo: Perspectiva, AO dinmica da p. Esta dinmica incessante cria o movimento da pea. Ele acirra os nimos entre duas ou mais personagens, entre duas vises de mundo ou entre posturas de uma mesma situao. De acordo com a teoria clssica do teatro dramtico, a finalidade do teatro consiste na apresentao das aes humanas, em acompanhar a evoluo de uma crise, a emergncia e a resoluo de conflitos O conflito tornou-se a marca registrada do teatro.

Author:Vudom Doulabar
Country:Bhutan
Language:English (Spanish)
Genre:History
Published (Last):20 December 2018
Pages:134
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ISBN:123-5-64929-703-6
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Maria Lcia Perei ra. Tit ulo original: Dictiona irc du th trc Bibl iogra fia. ISB N 97 8- 20 1. Teatro - Dicionrios 1. T itu lo. Teatro : Dic ion r ios Bri gade iro Lui s A ntni o.

S eu autor, Patri ce Pavi s, pe ao alcance do inte ressado - sej a ele lei go ou es pecialista, teri co ou c riador - a defin io e a refl ex o qu e.

N o se tem 3LJ ui, por m , um repert rio de carter histri co , m as, sim. O le itor nun ca enco ntrar en tra da s po r nom es ou datas.

Nomes e dat as co nsta ro oca siona lmen te do co rpo textu al dos verbetes , a ttul o de escl areci me nto ou de ilu s tr a o. Ta m bm o po rtuno lem br ar q ue se trata de um dicion rio francs c qu e, no o bsta nte a s ua v is ad a d e cl a rad amemc mull icultu ral e ct noceno l gica, o m ateri al referenciad o basicament e ex peri ncia c cultura em que o autor tem ori gem e at ua.

Da po r qu c a larg a m a io ria dos ve rbe te s, definidos com gra nde ri gor, e dos exem plos ilustrativos pro cede principalment e do tea tro na Frana.

Te nta mo s, na tradu o , in seri r nota s q ue remetam il re alidade do te at ro no Bra sil. Para a an li se dos el em ent os co nstitutivo s d a arte teat ral. Patrice Pavis parte, quase se m pre. Isto signi fica qu e est e dici on rio no se redu z a um a viso se mi tica do teat ro. Na verdade, ele mu ito m ai s qu e isto: en ca rado em se u conjunto , rcpr oj eta c m manife st u cs signi fica tivas tod a a hist r ia d o teatro - sem qu e a obra se proponh a lal inte nto - c.

Nes te se ntido , vale notar que, lei tur a de st e re pertrio, vai se impondo a percep o dc qu e o tea tro no apenas um re sistente histrico qu e so b rev ive a si mesm o, rel egado passi vid ade de se us mei os trad ic ion a is, mas, ao co ntrri o , u m a forma artstica dotad a d e um gra nde pod er v ita l de auto -re nova o, qu e o foi ada pta ndo ao s tempo s c incorporan do a e le ino va es es tticas e t cnicas, incl usive de o utros domnios, o qu e o torn am perfeitamente ap to a le var ao palc o os tem as e os probl em as do mod o de ser de no ssa poc a, co mo j o fizera e m reluo a qu ase tod as as o utras.

O tempo, este crtico feroz e se letivo , faz sobreviver as obras c uj o va lor resiste a ele e ao seu d esafio. Por isso mesm o, cremos que, apesar da vis vel vinculao d as o pes deste ele nco de noe s ao teatro de hoj e, o qu e, no futuro, poder indi ciar com alguma particula ridade se u momento de o rige m. No preciso enfat izar que a transposio desta o bra para o portugus o ferece u um mont ant e respeit vel de probl em as c di ficuld ades, qu e pro cura mos vencer da ma neira mais adequ ad a poss- vel, co ns ide rando as pecu liar idades do ve rn c u lo e as ca rncias co nhec ida s de nossa linguagem tc nica neste terren o.

Te mos a co nscincia de qu e o trab alh o reali zado rep re sent a co nd igna me nte o text o o rigina l e qu eremo s crer que isto se de va. N e st e momento em qu e se a s si st e a uma "mundi ali za o" da cultura. E es te d ic ion rio igua lmente para o leitor, prtico o u ter ico, es tudante o u a m ado r.

Ele nos dir tudo e ns ter em o s prazer e m ac o m panh-lo : por m ais que a Po ti ca de Ari st tel es esteja d istribuda no di ci on rio e m fatias m idas.

Remi sses c c itaes tecem uma tra m a to ce rra da qu e a a rmao l gica da s teo ria s est present e por Ind a part e.

A te oria do te at ro q ue se po de ria e xtrai r des te d icion rio d o po rtunidade s form as m ais o pos las , m as nos ad vert e : as formas no so inoce ntes ; as formas just am ent e n o s o forma is o u form al istas. As form as fa la m: el as d izem a rel ao d o artista com o mundo. Ta l a apo sta venc ida por Patri ce Pav is: se u d icio nri o o fruto de vinte ano s de reflexo e pesqui sas. Este di cion rio um objeto tant o mais preci o so q uanto sua s sucess ivas edies lhe perm itiram n o s aperfeioam ent os teis.

Ningu m poderia apreend-l o se m requcsti onar seus prp rios fundam ento s e rev isa r peri od icamente o ed ifcio crtico ao qu al incu mbe , su pe -se, desc rev-lo. A ati vid ade teatral nu nca foi to inten sa nem to marcad a pe la di vers idade das linguagens, da s estruturas de recebiment o e dos pblicos. O es pectador d do ravant e pro va de um a grande tol erncia c de um gosto mai s marcado pelas experincias de van gu arda.

Ficou difcil surpreend-lo e choc -lo. Ele no se co nte nta mai s e m ficar ma rav ilhado, admirado ou fasc inado ; precisa de um a ex plicao tcn ica o u fi los fica. Al is, o teatro no mai s recei a teori zar sua prpri a prti ca, a ponto de fazer di sso , s vezes , a matri a de suas ob ras, mesm o se a po ca se di stan cia hoje em d ia da auto-reflcxividade complacente dos anos tericos triunfais 97 3. Estar-se-ia por fim le vando o teatr o a s rio, co ns ide ra- lo-iam agora A o rde m alfabtica pode tornar-se um de stino: aque le que permitiu cla ssificar os art igos da prim eira e d a segunda edi o deste dici onrio 19 80 , s ituava de imedi ato a empreitada ent re " absurdo" e "veross imilhante".

Est a no va edi o n o esc ap a a es tas limit aes alf ab tica s, embo ra e la tenha sido inteiram ent e modi ficada e co ns ide rav e lme nte aumentada. O projet o enciclopdi co se mp re par ece to desme surado em sua amplitude e em sua ambio, mas tanto mais legti mo e necessri o quanto nos esforamo s para entende r a di ver sidade e a g loba lidad e do fen mcno teat ral.

A despeito dos acasos mali ci osos do dicio n rio - e de suas te imosias -r-, es ta no va ed io , co ncebida dentro do mesm o esprito , e nriqu eceu-se co m inmero s artigo s e complem entos.

E a abstrao no , mai s que o ab surdo, a melh or resposta abundncia das forma s? O livro , em todo caso, bem ma is que uma rpida atu ali zao ou uma modificao do s mat eria is anti gos. O infinito jogo d as remi sse s tece im per cepti velm ent e um texto qu e dev eri a se r perpetuament e revi sto e co rrig ido pel a a tu a lidade. A presente edio le va em consid e rao inovaes dos ano s noventa, a dimenso interartstic a, intercultural e interrnidi tica do tea tro de hoj e. Tais influ ncias obrigam a rcpen sa r as teori a s e sua s ca tego rias , a s itua r a dr amaturgia oc idental a " re prese ntao" d e um texto num a a ntro po log ia das pr tic as es pe ta c ula res e num a e tnoceno log ia, co rno urna arte mai or c aut no ma c no mai s como um a sucursa l da literatura, um sub stitutivo, na falta de melh or, do cine ma o u urna desprezvel atividade de feir a?

Durant e os anos sesse nta e setenta, a teatr ologi a se de sen volv eu sob o im pulso das cincias hu manas; expl odiu num gra nde nm ero de objetos de pesqui sa e de met od ologias.

A forma parcial e descontnu a do dicionr io se imp e para cadastrar seus fragm ent os e lampejo s, sem dar a iluso de unidade ou de tot alidade. A teoria ex ige um a metalin gu agem pre ci sa qu e defi na, se m sirnpli- Xl.

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PAVIS, Patrice - DicionĂ¡rio de teatro

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Patrice Pavis - DicionĂ¡rio de Teatro

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